sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

1001 + 43 - epitáfio bem antigo


13 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Seu pedido será atendido.
Abraço

Ana Ribeiro disse...

O verbo que devora... que nos devora todos os dias... Sempre o discurso que cria e destrói. O silêncio poderá ser mesmo consolador. Ou não.
Gosto daqui.
Abraços, poeta.

Verso Aberto disse...


o corpo da palavra

sempre foi dela

abs mestre

Ingrid disse...

e antes cultivou..
beijos

eurico portugal disse...

o silêncio que eterniza, o silêncio a cavalgar esse vento suão que se alonga para além do mundo e de toda a existência.

abraço, assis!

Primeira Pessoa disse...

é mais um caso de os venenos mais poderosos, contidos num pequeno frasco.

um poemão.

beijão do mano

r.

Cris de Souza disse...

Que assim seja!

Lídia Borges disse...


De emudecer!...

Um beijo

Anônimo disse...

Palavras não eram ditas... sim o silêncio urge , esperamos que sossego.

Beijinho, inho, ito para esse corpo que pulula de invenções verbais.

Bípede Falante disse...

alguns não se vão, Assis.

não se vão...

beijoss

dade amorim disse...

De acordo com a Bípede: alguns não se vão...

Adriana Godoy disse...

Mais um de morrer!

Malu Silva disse...

Pois que as palavras sempre nos consumam...
Lindas e sensatas palavras...
Abraço